Quem Somos

A Justiça Global é uma organização não governamental de direitos humanos que trabalha com a proteção e promoção dos direitos humanos e o fortalecimento da sociedade civil e da democracia. Fundada em novembro de 1999, nossas ações visam denunciar violações de direitos humanos; incidir nos processos de formulação de políticas públicas, baseadas nos direitos fundamentais e na equidade de gênero e raça; impulsionar o fortalecimento das instituições democráticas; e exigir a garantia de direitos para as vítimas de violações e defensoras/es de direitos humanos. Estamos organizados em quatro programas temáticos e uma área administrativa, conformando uma equipe multidisciplinar, que realiza suas atividades articulando estratégias de pesquisa e documentação, litigância, advocacy, comunicação e formação.

nossa história

2021
Liminar do Supremo Tribunal Federal suspende operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro no âmbito da ADPF635, no qual da Justiça Global atua como amicus curie.
2020
Corte Interamericana condena Brasil por mortes em Fábrica de Fogos no Recôncavo Baiano. A tragédia ocorreu no dia 11 de dezembro de 1998 e deixou 64 pessoas mortas.
2019
Justiça Global obtém status consultivo na ONU e completa. No marco dos 4 anos do rompimento da barragem de rejeitos do Fundão, Justiça Global e parceiros ingressaram com um caso contra o Estado Brasileiro perante o Sistema Interamericano de Direitos Humanos (OEA).
2018
Brasil é condenado na Corte Interamericana por violações de direitos humanos contra o Povo Indígena Xucuru.
2017
O Estado Brasileiro teve que explicar à Corte Interamericana de Direitos Humanos as graves violações no sistema de privação de liberdade, tanto para adultos como para adolescentes, bem como sua política de encarceramento em massa.
2015
II Homenagem Maria do Espírito Santo Silva – Pela Valorização das Defensoras de Direitos Humanos.
2014
15 anos da Justiça Global e primeira homenagem da Justiça Global às defensoras de direitos humanos.
2013
Organização do I Encontro Popular sobre Segurança Pública e Direitos Humanos.
2012
Cúpula dos Povos.
2011
A Corte Interamericana emitiu a primeira resolução exigindo que fossem adotadas medidas para proteger a vida e a integridade pessoal de toda e qualquer pessoa que se encontre na UNIS (ES). Início da tramitação do caso sobre as seguidas violações de direitos humanos no presídio Aníbal Bruno, no Complexo do Curado, em Pernambuco.
2010
Fundação da Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale. Fórum Social Urbano.
2009
Brasil é condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos em dois casos de violações de direitos humanos: O assassinato do trabalhador rural Sétimo Garibaldi e por interceptações telefônicas ilegais contra associações de trabalhadores rurais ligadas ao MST. Organização do I ENPOSP - Encontro Popular Pela Vida e um outro Modelo de Segurança Pública.
2007
Por solicitação da Justiça Global e outras organizações, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) determinou, em 19 de outubro de 2007, medidas cautelares em favor das pessoas privadas de liberdade na 76a Delegacia de Policia, em Niterói, no Rio de Janeiro.
2006
Condenação do Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte violenta de Damião Ximenes Lopes.
2004
Organização da III Consulta Latino-americana para Defensores de Direitos Humanos.
2003
Organização da missão de Asma Jahangir, relatora especial da ONU para execuções sumárias, arbitrárias e extrajudiciais.
2002
Lançamento do relatório “Na Linha de Frente: Defensores de Direitos Humanos no Brasil – 1997-2001”, que se constituiu em um dos primeiros diagnósticos do risco e da vulnerabilidade a que defensoras e defensores estão expostos no país.
2001
O assassinato do jovem negro Wallace de Almeida foi denunciado à Comissão de Direitos Humanos (CIDH) da OEA que recomendou a investigação completa e imparcial do crime.
2000
Organização da missão do relator especial da ONU sobre a tortura Nigel Rodley.
1999
Fundação da Justiça Global.