Nota de pesar — Dani Fi, presente, agora e sempre!

É com profunda dor e imensa tristeza que comunicamos o falecimento de Daniela Fichino, nossa diretora-adjunta.

Dani Fi, como carinhosamente a chamávamos, era generosidade, afeto, acolhimento e compromisso com as lutas sociais. Sua trajetória foi marcada pela dedicação incansável à justiça, pela ética e pela sensibilidade com que construía relações e enfrentava injustiças. Foi uma advogada brilhante, uma defensora de direitos humanos extraordinária e, acima de tudo, um ser humano incrível.

Para nós, Dani Fi era muito mais do que uma companheira de trabalho. Com ela, compartilhávamos sonhos, desafios, conquistas e a esperança de construir um mundo mais justo. Sua partida tão abrupta deixa uma dor imensurável e um vazio que nada poderá preencher.

Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Direito e Desenvolvimento pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Daniela nasceu em São Paulo em 1983 e integrava a equipe da Justiça Global desde 2014. Em 2023, assumiu a direção adjunta da organização. Também coordenou a área de Justiça Internacional.

Dani Fi dedicou sua vida à luta por justiça e dignidade. É em nome de sua história, de seu compromisso e de tudo o que construiu que seguiremos. Seguiremos com o coração atravessado pela dor, mas também com a responsabilidade e o amor de fazer florescer tudo aquilo que ela plantou. Seu legado permanecerá vivo em nossas lutas, em nossas conquistas e em cada vida tocada por sua generosidade.

Aos seus familiares, amigas e amigos e a todas as pessoas que tiveram o privilégio de compartilhar a vida com Dani, deixamos nosso abraço mais profundo e amoroso. É um abraço que também damos uns aos outros, buscando no afeto coletivo forças para atravessar uma perda tão imensa.

Sentiremos sua falta todos os dias, Dani. Seu afeto, sua coragem e sua alegria seguirão conosco, em nossa memória e em cada luta que continuarmos a travar.

Dani Fi, presente, agora e sempre!

 

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Diversas organizações, defensores/as de direitos humanos, vítimas de violações e autoridades do campo prestaram condolências neste domingo.

O Ministério de Direitos Humanos e Cidadania e o Conselho Nacional de Direitos Humanos também se manifestaram.

 

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